"A saudade sempre transborda porque nunca cabe no peito, uma explosão é esperada.
Eu, pote sem tampa, derramo o que não me cabe e me banho de um sentimento mutável, misto de pesar e incompreensão.
Depois de muito recordar um filme composto de lembranças, boas lembranças, maravilhosas, ponho aquelas músicas que me lembram você, caio na dança e no riso, um breve delírio, o riso se transforma e misto além de alegrias, lamúrias mudas.
No fundo sei que nunca aceitarei, mais certo que isso minha saudade desvairada misturará risadas às lágrimas e deixará dentro de mim um vazio que sua ausência jamais conseguirá preencher e por maiores recordações que eu venha a lembrar nunca terão o gosto das futuras cenas que viríamos gravar na nossa e dos outros memória poética.
Sempre o carregarei comigo, amigo, e o melhor de ti, saudações e saudades enquanto eu também existir. "
Saudades sim... mas sem tristeza!
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